Por onde andarão teus risos?
Por onde passará teu olhar?
Será que eu ainda faço parte dos teus vícios?
Ou será que eu acabei de acabar?
Talvez eu esteja no limbo,
Talvez esteja em nenhum lugar.
Provavelmente eu sou o teu vazio,
O qual já não deve ter espaço para me ocupar.
Como será que chamam o teu nome?
Como será que andam tuas tardes?
Vivo preso neste coração covarde,
Cheio de mágoas, sufocado por alardes.
Como será que ecoam as tuas palavras?
Ainda suaves ao vento?
Ou já arrematadas pelo tempo?
Como eu irei ficar?
Olvidado pelos dias;
Admirado, te vendo passar
Entre versos e linhas,
Sem poder te acompanhar.
Nenhum comentário:
Postar um comentário