Do telhado, vi
O azul mais celeste que tinha,
O branco mais alvo da vida.
Do telhado, vi
Toda pequenez tornar-se mundo.
E toda a vida,
Um grão.
Eu, agora um,
Deito na imprevisibilidade,
Na imposição da incerteza.
Tudo pelo qual seria,
Sempre nunca será,
Ao menos pelo que foi.
Um sorriso,
uma palavra,
dentro de um grão.
Nenhum comentário:
Postar um comentário