Murmuro aos ecos,
Inóspitos e impérvios,
Galgados à destruição.
Esmeros impregnados
Esvaíssem.
A morte de mais um dia
Dizima a vitalidade,
Enfraquece a tolerância,
Subjulga o âmago.
A mente definha,
Em colo manso
E brado forte.
Nada se faz,
Apenas repousa.
De penumbras furtivas,
Geme o nervo,
O dorso da existência
validada.
Fada realidade,
Em veemência a forma,
Eclode o desequilíbrio.
Pelas bordas,
Secas e quebradiças.
Desvalor!
Constante retração,
De mãos frias,
Olhos lúgubres,
Peito vazio
E voz embargada.
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